Uma história começa a ganhar voz.
Fundada em 30 de novembro, em Aracaju, a ASTRA nasce da mobilização de pessoas trans e amplia sua atuação pelos direitos da comunidade LGBTQIA+.
Uma organização sergipana. Uma construção coletiva. Mais de duas décadas de mobilização pelos direitos humanos e pela cidadania LGBTQIA+.

A ASTRA foi fundada em 30 de novembro de 2001, em Aracaju. Sua origem está ligada à organização e à luta de pessoas trans, com Tathiane Aquino de Araújo entre suas fundadoras.
Ao longo da trajetória, a associação ampliou sua atuação para a população LGBTQIA+, conectando defesa de direitos, educação em saúde, cultura, qualificação profissional e participação social.
Hoje, conhecer a ASTRA é conhecer uma parte importante da mobilização LGBTQIA+ em Sergipe — construída por pessoas, parcerias e muitas formas de resistência.

A oficina realizada com profissionais da saúde de São Cristóvão, em 2024, é um dos registros dessa atuação em rede: compartilhar conhecimento para fortalecer um atendimento mais humano.
Que ninguém precise diminuir
quem é para caber no mundo.
Marcos documentados da trajetória da ASTRA e de suas articulações.
Fundada em 30 de novembro, em Aracaju, a ASTRA nasce da mobilização de pessoas trans e amplia sua atuação pelos direitos da comunidade LGBTQIA+.
Pesquisas da Universidade Federal de Sergipe situam em 2002 o início da série de Paradas na Orla de Atalaia articulada pela ASTRA.
A articulação com a Defensoria Pública apoia a retificação de registro civil de pessoas trans.
Convênio com São Cristóvão prevê um centro municipal de referência LGBTQIAPN+.
O UNAIDS registra o projeto “Nas suas mãos, informAÇÃO”, dedicado à prevenção combinada ao HIV.
A 25ª Parada LGBT de Sergipe celebra a presença LGBTQIA+ e reafirma a luta por direitos.
A memória do movimento LGBTQIA+ em Sergipe é plural e também inclui organizações e mobilizações anteriores à ASTRA. Conheça as referências da nossa história.
Direitos humanos e cidadania como ponto de partida para uma vida com respeito.
Diálogo com comunidades, organizações e instituições para criar possibilidades.
Cultura, presença pública e mobilização como caminhos para enfrentar a discriminação.